Fotografia
Menu
O repórter fotográfico Marcelo Min revela os rostos dos personagens que habitam o centro de São Paulo. Fotografia como vontade de transformação e de beleza.
11
Comentários
Escrever um comentário
Os personagens do centro de São Paulo, pelas lentes generosas de um fotógrafo.
O que você faria para eternizar seu amor? Na Índia do século XVII, os monarcas muçulmanos podiam ter várias mulheres, mas o imperador Shah Jahan fez o impossível para expressar sua devoção pela amada Mumtaz Mahal. A jornalista Renata Camargo foi ao Taj Mahal e mostra os detalhes do monumento ao amor.
Por ele se mata e se nasce, se espera e desespera. O afastamento que não pode durar um segundo e a proximidade que não pode ultrapassar dois. Camões já sabia. Agora Esther Gonçalves e Carol Andrewsk retornam a tão complexo sentimento. Em palavras e cores.
O fotógrafo aperta o passo, câmera na mão, clique: a moça bonita, a moça maluca, a misteriosa, a combativa. O fotógrafo se enfia na multidão, clique: o punk azul, as coelhinhas, o guarda, a mulher sem rosto. Nas ruas londrinas, nobody asks your name.
A comunidade da Ilha de Tatuoca, litoral sul de Pernambuco, está prestes a morrer. Após viver mais de 200 anos ali, de geração em geração, cerca de 50 famílias nativas estão sendo arrancadas do seu chão, para dar à luz o estaleiro Atlântico Sul, vinculado ao porto de Suape.
O repórter fotográfico Rogério Albuquerque acompanhou os instantes que antecederam a entrada no Sambódromo das escolas do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo. Um hotel abrigou, como coxia, os protagonistas da grande festa. Estão se aprontando, enquanto o fotógrafo, invisível, desfila por toda parte.
Cinquenta anos depois de aqueles barbudos idealistas, com Fidel Castro e Che Guevara à frente, assombrarem o mundo, implementando o socialismo em Cuba, uma pergunta ainda se coloca: valeu a pena? Nossa repórter Paula Sacchetta acabou de atravessar Cuba e responde com fúria, mas sem perder a ternura.
O agente 007 do Jornalirismo, Marcos Pacheco, foi enviado especialmente ao Oriente Médio. Atravessou toda a Jordânia, durante duas semanas. Missão: cobrir um inusitado rali. Enquanto os autos arrancavam velozes, levantando poeira, Pacheco se misturava ao povo pobre mas alegre do país. O Oriente Médio mostra sua face cordial e feliz.
O subúrbio de São Paulo passa rápido pela janela do trem. Não há planícies floridas, não há arranha-céus prenhes de futuro. Mas não é que é bonito o muro cinza pichado, o sol que se descortina através da nuvem, no céu azul, atrás da casa simples? E não é que o subúrbio de repente encontra abrigo na gente? Olha comigo essa paisagem.
Jovens, quase todos pobres, quase todos negros, sobem toda terça-feira ao ringue do Ginásio Baby Barioni, em São Paulo. Com os próprios punhos, lutam por uma saída para a pobreza, para o anonimato, para a baixa auto-estima. As cicatrizes que vão esculpindo o rosto certamente não superam as que se descobrem na alma. Soa o gongo, vai começar. Tem um fotógrafo retratando tudo.
Na cidade, na vida, tudo pode ser extraordinário, até o mais banal. Uma pia molhada pode guardar um segredo, uma imagem linda, insuspeitada. Um monumento, cartão-postal já desgastado, se torna uma nova beleza, quando a gente o olha correndo. Tem poesia na boca da garrafa, no varal. A fotógrafa Fernanda Chemale apresenta, em imagens, o cotidiano extraordinário, quando a gente se arrisca a olhar por outro lado, em outro ritmo.
jornalirismo: "Como é o jornalismo cultural de que a gente precisa?" O debate está ficando muito bom. Participe: http://t.co/0rzn90kT
jornalirismo: Olá! Bean Flúgel tem uma certeza: é preciso quebrar a cabeça pra achar a peça certa ou ser a peça certa de alguém. http://t.co/3w2Qr3tc
jornalirismo: “Quadrinhos Gonzo”,a série da jornalista Jussara Nunes, agora virou livro. Lançamento dia 2, em SP. Vamos? http://t.co/2FscI0Oc
2 day(s) ago from Tweet Button
jornalirismo: Olá. Um acontecimento trágico na periferia. Duas personagens, um político e um voluntário. E o que sucedeu depois. http://t.co/eNfRsNFa
2 day(s) ago from Tweet Button
powered by TweetXT!
 
Leia Também
- “Quadrinhos Gonzo” agora em livro As personagens tragicômicas da jornalista Jussara Nunes têm ao menos um consolo: viraram livro. Nem tudo está perdido.
- Uma dose de realidade A todos os que sonham com píncaros inatingíveis, Elizabeth Soares convoca ao chão, com tudo de falho e possível (e bom).
- Seringueira Aquele ser angelical, que nos acolhe quando muito frágeis e carentes e líricos, vem aí para mais uma injeção. Oba!
- Manguebeat20: “Tecnologia demais dá câncer”, alerta Fred Zero Quatro Desde as primeiras ideias e acordes do manguebeat, há duas décadas, muita água do Capibaribe e do Beberibe rolou. O que ficou daquela irresistí...
